Fernando Finanças

Nosso blog sobre finanças, economia e administração

Posts com Tag ‘mercado de ações’

Expomoney 2009 circuito São Paulo [2]

Publicado por fernandofinanças em Outubro 1, 2009

Caros companheiros de blog,

venho retificar o post abaixo: a agência estado tem um software excelente e com excelente custo benefício. Recomendado! Vale também considerar as excelentes taxas de corretagem das agências citadas no post abaixo.

Em resumo, a Expomoney é um excelente evento de disseminação de educação financeira. Tem ótimos palestrantes como o Didi (Odair Aguiar da ICAP Brasil) e o Marcello Aventurato da CMA Educacional que com objetividade e simplicidade dissecaram conceitos e estratégias de investimentos. Muito bom.

De todas as considerações que já fiz, ressalto que a ênfase atual de focar somente nas estratégias de análise técnica (gráfica) é muito perigosa, pois os gráficos não refletem fatos macroeconômicos, desempenhos setoriais dentro da economia nacional, desempenho da empresa frente aos seus concorrentes e realidade da empresa em questão. Então, a análise fundamentalista tem que complementar a decisão de investir ou não em um papel.

Reservei tempo para conhecer a Bovespa vendo no seu museu a história dessa importante instituição nacional.

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Expomoney 2009 circuito São Paulo

Publicado por fernandofinanças em Setembro 18, 2009

Pessoal estou na Expomoney – SP garimpando novidades, técnicas e conhecimentos para socializar aqui no nosso blog.

Ontem assisti a palestra do Robert Kyosaki, escritor do livro Pai Rico Pai Pobre. Sempre achei o livro um manual de catequese que deveria ser dado para as crianças (mas não só para elas também) para formação de pessoas financeiramente maduras. Muito bom. Só achei estranho ele dizer que o mundo vai sofrer de uma escassez de prata e que, por isso, ela irá se valorizar mas ele acaba de vender uma mina de prata.

Visitei o stand da Agência Estado e conheci o seu software para homebroker. Muito bom. Dá para customizar relatórios, gráficos, etc. Agora para o micro investidor fica caro a mensalidade de R$100,00, pois esse valor tem que ser considerado com os outros custos de corretagem, custódia para auferir a lucratividade das operações no mês.

Várias outras empresas estavam presentes e com softwares bons, como a investbolsa, wintrade, gradual etc que possuem preços acessíveis de softwares e corretagem (a maioria nem cobra custódia).

Muito bom o evento. Os palestrantes são muito bons e amplidão de temas financeiros possibilita uma formação mais completa para o investidor pessoal.

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Homebroker se destaca na Bovespa em agosto/09

Publicado por fernandofinanças em Setembro 9, 2009

As operações de Homebroker (transações via internet) bateram 6 recordes operacionais em agosto/09

1) recorde em volume total R$ 42,54 bilhões

2) recorde em volume médio diário R$ 2,02 bilhões

3) recorde em quantidade de negócios 4.392.467

4) recorde em média diária de negócios 209.165

5) recorde em participação no volume financeiro 19%

6) recorde em participação no volume de negócios 30,4%

O valor médio por operação foi de R$ 10,72 mil.

Esses dados são frutos da confiança na nossa economia. É o ímpeto de homens e mulheres apostando economias às vezes acumuladas em toda uma vida, gestores de fundos, eu, você… Ajudando as nossas empresas a se capitalizarem, “oxigenando” o mercado!

Contudo, aproveito para criticar e trazer para compor o outro lado da Tribuna da dialética e da construção da informação e do conhecimento as proposições veiculadas em alguns meios de comunicação que a bola da vez é a análise gráfica do comportamento das ações. “Esqueça a análise fundamentalista!”, bradam. É… são esses “profetas” que escrevem livros pós-crise, que após uma notícia bombástica sobre fraudes, problemas judiciais e trabalhistas envolvendo (até recentemente) companhias conceitudas, as suas famosas “blue chips”, ações bastante líquidas e valorizadas despencam, companhias quebram e os profetas do pós-alguma-coisa aparecem e culpam as variáveis do icógnito… Mas não perdem a oportunidade de  vender seus livrinhos…

Como postei em 23/12/08 sobre as ferramentas do my yahoo!, do yahoo! finanças e do excel em 27/11/08 para auxiliar o trabalho do investidor, hoje complemento esse suporte com as ferramentas fantásticas do ipod e iphone da apple. O software “Stocks” desses aparelhos é atualizado pelo Yahoo! a cada 20 minutos com informações de ações do mundo todo! Você pode adicionar suas ações e acompanha-las rapidamente com valorização percentual ou em moeda, e um gráfico que pode ser configurado como cotações do dia, da semana, do mês, de 3 meses, de 6 meses, de 1 ano e de 2 anos. Concilie essas ferramentas gráficas com informações sobre a empresa, do mercado local, nacional, internacional e pondere o retorno em função de um determinado risco e tire suas próprias conclusões.

Ipod da Apple e o software "Stocks"

Ipod da Apple e o software "Stocks"

Hoje, 09/09/2009, em comemoração ao dia do administrador dou os parabéns a todos os administradores que com dinamismo e intelecto são como “maestros” tocando a sinfonia de tambores da produção da vida material de todo o mundo…

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IEA corta previsões de demanda global de derivados de petróleo

Publicado por fernandofinanças em Junho 30, 2009

O IEA, International Energy Agency, organismo internacional regulador do mercado de petróleo, cortou expressivamente a previsão de demanda global em reflexo da recessão econômica internacional e declarou forte ameaça de crise nas regiões produtoras.

Esta previsão é 3.3m b/d (três milhoes e trezentos mil barris por dia) inferior a previsão anterior para 2013.

A OPEP espera atender 8% da demanda global. Esse índice é fundamental para a formação de preço internacional do óleo cru. A redução do percentual de participação da OPEP no atendimento à demanda global traz receio ao mercado a exemplo do que ocorreu em 2008, onde a quebra no fornecimento contribuiu para a cotação do barrial a US$ 147 no índice Nymex (EUA). Hoje, 30/06/09, o barril está cotado em US$ 71,30.

A crescente onda de confiança numa recuperação econômica da economia mundial tem influenciado a elevação da cotação do petróleo em quase 100% desde fevereiro deste ano, mas que o ocorre hoje é apenas a redução dos estoques na indústrias, não refletindo nenhum aumento de demanda.

Fonte: Financial Times

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Enquanto isso, com os outros países membros do BRIC

Publicado por fernandofinanças em Junho 24, 2009

Vamos agora comparar a situação do Brasil com relação aos demais países do grupo BRIC (B=Brasil, R=Rússia, I=Índia, C=China)

Rússia

As ações das empresas russas acumulam queda de mais de 20% somente em junho, configurando a Rússia como um dos mercados mais voláteis do mundo. Investidores apontam os problemas estruturais da economia russa como causadores do agravamento da crise, e que causará uma falência significativa de grandes empresas a partir do segundo semestre, visto que a crise ainda não foi mais intensa devido a elevação do preço do petróleo em 2009 em quase 95%. Fato que não deve se sustentar por muito tempo devido à fraca demanda pela commoditie e fortalecimento do dólar. Vários setores importadores já apontam a queda na demanda interna, como, por exemplo, o de carnes – oriundas principalmente do Brasil.

Índia

As ações das empresas indianas despecaram 1,4% puxadas pelas quedas das ações do banco ICICI, pela empresa de tecnologia INFOSYS, e da indútria tabagista ITC Ltda. A queda do índice foi amortizada pela valorização das ações da gigante energética Reliance Industries, e pela exploradora estatal de óleo Natural Gas Corp. A Reliance Industries tem a maior representatividade na formação do índice da bolsa de valores. O índice de confiança na economia nacional está elevado e os investidores expressam confiança nas reformas econômicas feitas pelo governo, o que ocasionou a valorização do índice em 28,3% em maio, maior alta em 17 anos. A reeleição de alguns membros do parlamento, que trabalham em reformas de abertura de capital e fortalecimento das vendas das estatais energéticas e de extração de óleo, trouxe confiança aos investidores.

China

Se arrastam desde 2006 reformas financeiras importantes na China. Contudo, com o advento da crise financeira internacional, essas reformas serão aceleradas durante os próximos três anos. De 2002 até 2008 as exportações chinesas cresciam em média 27% ao ano.  Com a recessão internacional – e principalmente nos EUA, seu principal cliente -, os chineses terão que se adaptar a um crescimento das exportações em torno dos 5% de 2009-2012. Para assegurar um crescimento bruto da produção doméstica em 8%, a China terá que empreender reformas no mercado interno para compensar o que foi perdido nas receitas de exportações. Para tanto, duas ações são primordiais: 1) Desestatizar e não intervir na indústria doméstica, despolitizando-a e possibilitando que as mesmas sejam mais eficazes e competitivas, 2) empreender em larga escala uma reforma financeira que possibilite melhorar a alocação de investimentos, fazendo com que o crescimento da economia decorra de forma mais rentável. Atualmente, para combater a crise da oferta de crédito internacional, a China disponibilizou junto aos grandes bancos nacionais, linhas de crédito voltadas para as pequenas e médias empresas, que sentem mais dificuldades para obtenção de crédito e dar continuidade em programas de crescimento.

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Relatório do FMI prevê recessão global profunda e de lenta recuperação

Publicado por fernandofinanças em Abril 23, 2009

O relatório publicado pelo FMI em 02/04/09 prevê que a economia global vai desacelerar -1,3% em 2009 com relação a 2008. A previsão inicial para 2009 era de crescimento de apenas +0,5% mas com os desdobramentos da crise na Europa e Ásia os números foram revistos.

A crise já desponta como a pior queda da economia global desde a Segunda Guerra Mundial, episódio que arrasou boa parte da Europa e Japão, maiores potências econômicas da época. As perdas financeiras estão orçadas em $ 4,1 trilhões até o fim de 2010.

Para a China, o FMI prevê crescimento de 6,5% em 2009 e de 7,5% em 2010. Para a Índia, as previsões são de 4,5% e 5,6% respectivamente. O apontamento de que os preços ao consumidor caíram 0,2% em 2009 e cairão mais 0,3% em 2010 não expressa toda a realidade atual visto que as exportações do ramo siderúrgico da China para a América Latina está subsidiada pelo governo daquele país, de forma que outros players internacionais como EUA e Brasil, entraram com processos antidumping na OMC (Organização Mundial do Comércio) contra a China que está praticando competição deslelal de preços. As exportação chinesas desse produto cresceram 90% em 2009 e as brasileiras decresceram aproximadamente 40%.

Para o Brasil, o FMI prevê que em 2009 o país terá crescimento negativo de 1,5% devido a queda de cotações de nossas commodities. Para 2010 o crescimento seria de 1,6%.

Um fato importante que precisa ser considerado é que o processo de ajuste de estoques que sinalizaram uma queda de no volume de 13,5% na produção industrial embora tenha tido ocorrido aumento de 3,8% no volume de vendas e de 10,15% na receita (comparando  fev/09 com fev/08) é um sinal que a economia doméstica está aquecida. Essa redução no volume de produção, serviu para escoar estoques e fazer caixa, deixando o patrimônio das empresas mais líquido. Portanto, como o consumo doméstico está aquecido e ainda temos alguns meses de isençao de IPI para a indústria automobilística e cuja isenção se extenderá em breve para todo o segmento industrial da ”linha branca” (geladeiras, freezers, máquina de lavar roupas etc) teremos sim forte expansão da atividade industrial já a partir de abril.

O cenário ficará mais favorável se a OMC acatar e impor sanções à China caso ela insista em intervir politicamente em assuntos que são na verdade de regulação das forças do mercado. Além dos produtos siderúrgicos, os produtos têxteis estão invadindo os mercados e pressionando as empresas com concorrência desleal devido aos altos subsídios e baixos custos de produção, visto que a qualidade dos direitos trabalhistas na China ainda é bastante precária.

Bem como, a partir da inversão dos pólos financeiros – originada na atual crise – que tradicionalmente concentravam os investimentos nos países desenvolvidos mas que agora direcionam um volume maior de investimentos nas economias emergentes como o Brasil (prática conhecida como Carry Trade), podemos contar com a confiança do investidor internacional a partir até mesmo do respaldo do presidente dos EUA, Barack Obama, com a injeção de capital em nossa economia. O fato tem gerado altas consistentes nas cotações das ações nacionais. Contudo, a fragilidade da especulação a partir do Carry Trade é que o atrativo é pura e simplesmente o retorno obtido pelas altas taxas de juros em comparação com países desenvolvidos e de estarmos sob os holofotes do mundo financeiro. Mas a partir da publicação do relatório do FMI a possibilidade de ocorrer fuga de investimentos principalmente no curto prazo é considerável.

Não sou tão otimista como a ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, que projetou crescimento de 2,0% em 2009. Acredito em um crescimento entre 0,5% e 1,0% pois os números de nossas exportações estão em queda exponencial em vários setores como carne, siderúrgia, petróleo, agrícola, e têxtil. E não há mudança no curto prazo na elevação da demanda internacional por esses setores.

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Novo escândalo em Wall Street: Madoff, ex-presidente da Nasdaq, gestor de recursos e estelionatário.

Publicado por fernandofinanças em Dezembro 24, 2008

 Bernard Madoff, gestor da Bernard Madoff Investiment securities LLc, ex-presidente da Nasdaq, está preso em regime domiciliar acusado de ser o mentor de um esquema de fraude estimada em 50 bilhões de dólares.

O esquema conhecido nos EUA como Ponzi, funciona como uma pirâmide ilusória para os investidores, onde os mais antigos recebem pagamentos de prêmios por rendimentos oriundos exclusivamente das receitas advindas de novos investidores. Essa gestão ilegal de recursos informava que os rendimentos do fundo hedge montado para investir em “blue chips” (ações de empresas de primeira linha, com alta liquidez e rendimentos), em opções de compra e em opções de venda, para ao fim de cada mês aplicar em Letras do Tesouro americano.

Essa operação é visivelmente incompreensível do ponto de vista do valor do dinheiro no tempo, pois a aplicação em Letras do Tesouro sempre tem a implicação de permanência por um longo período o que inviabiliza os resgates dos investidores antes do prazo, o que também  afeta a rentabilidade do fundo.

Da mesma forma, o volume de transações informadas por Madoff não era compatível com os movimentos diários do mercado de opções, onde quando o balanço diário informava hedge de US$ 500.000, Madoff informava movimentar US$ 17 bilhões.

A fraude está sendo a maior já ocorrida em Wall Street e afeta investidores, fundos de pensão empresas e instituições como a Universida de Nova Iorque, que relatou ter perdido US$ 24 milhões.

O estrago é tão considerável que até quem liquidou participação antes da notícia ganhar o mundo, pode ter que reintegrar o capital a massa falida do fundo e compartilhar do prejuízo dos demais investidores. Assessorias, empresas de auditoria e firmas de investimentos devem processadas pelo SEC – Security Exchange Commission -, órgao regulamentador das bolsas dos EUA.

Me lembro que o motivo de ter iniciado a postar nesse blog foi justamente esse: tentar disseminar informações que alertem as pessoas que querem investir suas economias, frutos de seus trabalhos e privações, bem como esperança de usufruir de um futuro melhor para si e para os seus descendentes, de que no mercado financeiro não existem gurus, magos ou profetas. Desconfie de todo aquele que disser que tem uma fórmula mágica e imbatível de ficar milionário nesses investimentos. Como diz com muita propriedade Max Gunther em seu livro “Os Axiomas de Zurique” investir no mercado financeiro é investir no caos: só com muito empenho, abnegação e objetividade se pode se divorciar das ilusões de que:

 ”dará certo no final”;

 ”esse cenário já aconteceu antes e com certeza teremos rendimentos espetaculares”;

 ”não posso sair desse papel porque senão saio perdendo”;

O investidor é como um jogador, que percebe a hora certa de agir e sabe claramente qual o seu objetivo na ação que toma, sabe onde quer chegar e traça alternativa caso as coisas não saiam como esperado.

O investidor deve se contentar com pequenas perdas e ganhos, para não chorar em grandes perdas e não esperar por grandes ganhos que podem nunca ocorrer! Ele ganha dinheiro em tudo o que faz e a todo instante, é contido em suas despesas, e escolhe sempre fazer o dinheiro trabalhar para ele (render) do que trabalhar pelo dinheiro.

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my.Yahoo! e Yahoo!Finanças: poderosas ferramentas de análise e acompanhamento para o homebroker

Publicado por fernandofinanças em Dezembro 23, 2008

Bom pessoal, conforme prometido informo as ferramentas de acompanhamento e análise que uso e recomendo para os investidores individuais (homebrokers) e para todo aquele que precisa acompanhar o mercado de ações: o my.Yahoo! e o Yahoo!Finanças.

Por que são tão poderosas essas ferramentas? Porque elas proporcionam rápida análise (em tempo real) de como está se comportando os seus papéis de maior interesse e ainda agrupar por segmentos de atuação, cujo comportamento setorial pode revelar avaliações do mercado que a empresa emissora da ação está inserida e também seu desempenho individualmente.

Primeiramente, você precisa ter uma conta de e-mail no Yahoo! Isso é rápido e fácil de fazer. Além do mais, o Yahoo! possui uma plataforma que eu considero a mais funcional para e-mail bem como uma gama de serviços e de estrutura superiores no tocante a grupos de relacionamento (Yahoo!Grupos), notícias diversas, esportes, música, cinema, entretenimento, etc,  além das ferramentas constantes no título deste post.

Após logar no e-mail, abra uma nova aba e digite no navegador http://my.yahoo.com/. Feito isso, aparecerá o seu perfil padrão no My.Yahoo! Vamos primeiramente configurar o seu perfil no Yahoo!Finanças que este último migrará as informações que desejamos para o My.Yahoo! onde ocorre a análise e o acompanhamento.

Abra outra aba e digite http://br.finance.yahoo.com/. Feito isso, clique no botão editar abaixo dos índices.

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TELA 1: Tela principal do Yahoo!Finanças

A tela que segue  abaixo é tela que armazena os índices que constam na capa do Yahoo!Finanças. Portanto é interessante antes pesquisar qual o nome do registro  do papel, para informar já na tela abaixo, o símbolo do papel. Observem que há nove espaços para os símbolos, que para facilitar no exemplo cito o Dow Jones, Nasdaq, Bovespa, FTSE (Europa), e Nikkei (China).

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TELA 2: Tela de índices ou Tela de cotações principais

Esses são índices principais que irão aparecer na capa do seu Yahoo!Finanças.

Na tela principal do Yahoo!Finanças clique no botão “Meus Investimentos.” Aparecerá, inicialmente, o portifólio 1, padrão do Yahoo!Finanças. Clique, então, em “Criar novo portifólio” . Nomeie o seu portifólio e  insira diretamente no campo “Símbolos” – separando quando houver mais de um com vírgula -, o símbolo da ação pretendida, ou pesquise clicando no botão “(pesquisar símbolo)”.

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TELA 3: Criação de portifólio e inclusão de símbolos das ações, índices etc.

Clique em concluído quando tiver informado todos os símbolos e em “Início” na aba superior á direita, para voltar a tela inicial do Yahoo!Finanças. Crie tantos portifólios e insira a quantidade de símbolos que forem necessários para as suas análises.

Após inserido os símbolos de ações ou índices, se faz necessário confirgurá-lo e dar maiores informações sobre o mesmo. Clique sobre o botão “Meus Investimentos” no menu principal. Selecione o portifólio que contém o símbolo desejado, clicando em “editar”.

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TELA 4: Tela de edição de portifólio.

Após isso, aparecerá a tela abaixo (tela 5) onde clicaremos em “Entre mais informações”. Devemos preencher os campos com os dados de nossas transações de compra: quantidade, preço por ação, data da transação, Com. (comissão), limite inferior, limite superior, observações. Essas informações ficarão disponíveis quando acessarmos o portifólio.

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TELA 5: Tela das informações sobre os símbolos.

Clique em “Concluído” ao terminar. Em seguida clique em “Concluído” para sair da edição de portifólio e retorne ao menu principal.

Para complementar a visualização com informações relevantes para o seu portifólio, você deve posicionar o mouse sobre o botão “Meus Investimentos” no menu principal, clicar sobre o portifólio pretendido, e clicar em “Editar”.

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TELA 6: Tela de edição de portifólio. Obs: o “v” ao lado do 30,72 (em vermelho) do exemplo da cotação da ação da CMIG4.SA indica que a ação caiu abaixo do limite estipulado para perdas e que está na hora de vender conforme orientação constante no campo “Notas”.

Depois, clique no seletor de opções das linhas de 6 – 10 e selecione as informações conforme tela 7 e clique em “Concluído”. Após alguns instantes, as informações adicionadas irão aparecer na tela do portifólio selecionado.

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TELA 7: Tela das informações adicionais sobre símbolos.

Mais opções de visualização de alertas para as cotações podem ser editadas clicando no botão “Meus Investimentos” no menu principal, depois em “Personalizar opções de exibição”. Selecione as cores e formatos que mais se adequem a sua necessidade e preferência.

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TELA 8: Tela de formatação dos valores de cotação de símbolos. Obs: mudei a seleção da exibição de dos limites operacionais para “Intermitente”. Assim, quando a cotação do símbolo estiver abaixo ou acima do limite estipulado, o valor da cotação aparecerá intermitentemente chamando a atenção para a emissão de ordem de venda do papel.

Para inserir símbolos em portifólios já existentes, devemos clicar em “editar” no menu principal (abaixo das cotações principais). Feito isso, note que no lado direito da tela acima temo botão “pesquisa de símbolos”. Clicando nesse botão, teremos acesso a inserir os demais símbolos que representam os papéis de nosso interesse, conforme tela abaixo. Digitamos a empresa ou o símbolo do papel que queremos.

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TELA 9: Pesquisa de símbolos para localizar ações, índices, opções, futuros e fundos.

Em seguida, aparecerá todas as ações listada para a empresa pesquisada. Devemos clicar em “add” para adicionar a ação que pretendemos transferir para o portfólio.

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TELA 10:  Tela com a relação de ações por empresa, de índices, opções, fundos e futuros.

A tela abaixo aparecerá. Devemos marcar a caixa de seleção “Eu quero informar o preço pago, o n° de ações etc para cada símbolo.” Após isso, selecione o portifólio que deva receber o símbolo.

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TELA 11: Tela de confirmação de inclusão do símbolo da ação

Após isso, apertar no botão “adicionar”. A tela de “Adicionar um símbolo ao meu portifólio” (tela 5) aparece, quando devemos preencher os campos com os dados de nossas transações de compra: quantidade, preço por ação, data da transação, Com. (comissão), limite inferior, limite superior, observações, conforme já vimos anteriormente.

Após a configuração do Yahoo!Finanças, clique na aba do My.Yahoo! e confira em tempo real as cotações dos seus papéis.

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TELA 12: My.Yahoo!

Bom, espero que tenham gostado da minha dica e que tenham sucesso nos investimentos.

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Como acompanhar o seu investimentos em ações – revisão 1

Publicado por fernandofinanças em Dezembro 3, 2008

Pessoal, estive ocupado esses dias com uma emergência em um cliente que está atendendo solicitações da Covisa, e portanto não pude postar sobre a poderosa ferramenta que prometi no post passado. Mas atendendo a pedidos de pessoas que entraram em contato comigo para complementar a planilha com análises de posições de “liquidar” ou “vender” o papel, estou postando hoje sobre o incremento de cálculos de “stop loss” e “atingimento de meta” para o papel.

Essas duas ferramentas são bastante subjetivas e refletem o perfil e o objetivo de investimento de cada um para o papel selecionado. Contudo, nesses dias de grandes oscilações os investimentos em curto prazo são os mais procurados e, como disse em post anterior, deve-se sempre manter a devida cautela com a análise da DRE (Demonstrativo do Resultado do Exercício) que é publicada anualmente de acordo com a Lei das Sociedades por Ações.

Vamos voltar ao exemplo anterior. Nesse caso, temos que incluir duas colunas (Inserir -> Colunas) após a coluna da célula “Invest.” Vamos nomeá-las “Liquidar” e “Vender” conforme figura abaixo. Em seguida, estipulamos um percentual para que que a planilha informe a posição de liquidar papel assim que o valor da ação na célula D2 atinja uma cotação de um determinado valor, resultado  da cotação vezes esse percentual, que no exemplo abaixo é de -20% (D2*0,8). Da mesma forma, estipulamos um percentual para que que a planilha informe a posição de ”vender o papel” assim que o valor da ação na célula D2 atinja uma cotação de um determinado valor, resultado da cotação x esse percentual, que no exemplo abaixo é de +20% (D2*1,2).

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Feito isso, devemos inserir uma coluna após a coluna “rendimento” e nomeá-la como “controle”. Construímos então uma condição se para que se o valor da ação em “Ult Cotação” for menor que o estipulado de stop loss em “liquidar” a célula escreva a recomendação de LIQUIDAR PAPEL. Da mesma forma, se o valor da ação ultrapassar o valor da ação em “Ult Cotação” a célula escreva VENDER PAPEL. Enquanto as cotações diárias estiverem oscilando entre esses dois patamares e nenhuma outra informação ou evento estiver relacionado com a empresa ou com o mercado impactar no valor da ação, podemos trabalhar a oscilação como movimento de compra e venda diário, e pode-se determinar a venda do papel caso haja um período maior de estagnação da cotação.

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Como acompanhar o seu investimento em ações

Publicado por fernandofinanças em Novembro 27, 2008

Durante essa semana, postarei alguns artigos específicos para investidores individuais (homebrokers) que necessitam de analisar rápida e facilmente o rendimento de seus papéis.

Hoje, dou um exemplo em excel que uso para analisar os rendimentos de meus investimentos.

Na planilha abaixo informo o papel, o número de ações compradas e o valor que comprei a ação.

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Em seguida, crio espaços com datas e informo os fechamentos do papel. Nomeio clicando no localizador de células (circulado em vermelho) os valores da cotação com o nome CONTARA2 (referência ao nome do papel que se localiza na célula A2). 

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Após terminado, crio as seguintes fórmulas que me permitem analisar o rendimento do papel automaticamente.

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Pronto, a planilha calcula automaticamente a quantas anda o rendimento do seu papel. No exemplo acima, a fórmula “cont.valores” encontra no espaço selecionado CONTARA2 quantas células estão preenchidas. Já a fórmula “índice”, localiza pelo número de células preenchidas pela fórmula “cont.valores” qual a última cotação informada. O resultado da análise do rendimento do papel aparece na célula F2 na coluna “VALORIZAÇÃO”.

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Quinta, 04/12/08, postarei sobre um poderosíssima ferramenta para análise de cenários de investimentos para ajudar o trabalho dos homebrokes.

 

Até lá.

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